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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Regresso de Henin

Boas notícias para quem gosta de ténis. Justine Henin, claramente uma das melhores jogadoras da útima década (e também a mais completa) anunciou o seu regresso ao circuito. Vamos portanto regressar à velha rivalidade entre as duas belgas e se regressar em tão boa forma como Clijters o fez então esperam-se muitos e bons jogos de ténis feminino para além do jogos monótonos que havia nos últimos tempos. Por outro lado Índio para minha grande pena (e sei que tua) duvido que Dementieva agora consiga alguma vez ganhar um Grand Slam até porque está também a aparecer já uma nova geração com algum potencial. E dentro dessa nova geração há a "nossa" Michelle Brito que deixou a Academia de Nick Bollettieri para ir para uma Academia francesa onde terá entre outros como treinador Peter Lindgren, o sueco que descobriu Roger Federer e que treina actualmente o búlgaro Grigor Dimitrov de quem se diz maravilhas, havendo quem inclusivamente diga que poderá ser melhor!! que Federer.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Acabou a temporada de Verão. O ténis vai agora passar para os pavilhões





Acabou ontem o Open dos Estados Unidos em ténis, com muitas peripécias pelo meio. Começemos pelos portugueses: nos homens Frederico Gil não conseguiu passar da primeira ronda apesar de à primeira vista até ter um sorteio mais favorável do que anteriormente. Quanto a Rui Machado apesar de ter sido eliminado na fase de qualificação acabou por ter tido a sorte da desistência de Mardy Fish que lhe fez entrar para o quadro principal. Contudo também não conseguiu passar da primeira ronda. Michelle Brito fez o que era expectável - passou a primeira-ronda, mas na segunda apanhou a chinesa Na Li que nesta altura é ainda muito forte para a portuguesa.
Quanto à parte feminina do torneio as surpresas foram mais que muitas principalmente na parte superior do

 quadro com as principais cabeças-de-série a serem logo eliminadas na 1ª semana. Nesta parte quem sobressaiu foi a jovem norte-americana Melanie Oudin de apenas 17 anos que ía eliminando todas as russas que ía apanhando. Será que o ténis feminino norte-americano tem finalmente mais alguém para além das manas Williams? Para já foi reconfortante ver de novo alguém pequenino no ténis feminino a variar um pouco o seu jogo (Oudin diz que idolatrava Justine Henin e de facto o seu jogo faz lembrar um pouco a pequenita belga. Num torneio onde voltou a outra belga é no mínimo curioso que quem tenha feito um bom torneio é alguém que parece a sua velha rival.) Quem aproveitou daquele lado o quadro acabou por ser a dinamarquesa Wozniacki que acabou por assim chegar à final. Wozniacki tem sido das tenistas mais constantes este ano apesar dos seus ainda 19 anos e parece aguentar bem a pressão(basta ver a forma como aguentou o jogo com a russa Kuznetsova, depois de ter levado uma verdadeira lição no 1º set acabou por ganhar os outros dois em tie-breaks aproveitando os cada vez mais erros da sua adversária). No outro lado do quadro Kim Clijsters ía eliminando com maior ou menor dificuldade as suas adversárias. Na meia-final acabou por ganhar a Serena Williams naquilo que se pensou ser a final antecipada ganhou em apenas dois sets num jogo que acabou muito mal, devido à péssima reacção da norte-americana perante uma falta de pé que lhe foi marcada. Clijsters acabou por ganhar também na final indo assim em 14 vitória consecutivas (relembremos que não defendeu o título após ganhar já que no ano a seguir à sua vitória não o defendera devido a uma lesão e depois acabara por deixar o ténis). Foi assim um regresso de sonho de Clijsters que no seu 3º torneio após o regresso acabou por o ganhar mostrando por um lado que regressou em grande forma, mas por outro que o ténis feminino tem estado bastante equilibrado com pouca evolução nos últimos tempos (desde o abandono de Henin que não há uma grande jogadora. Parece haver uma "paz podre": a nº 1 do mundo perde nas grandes competições por um lado não demonstrando onde verdeiramente interessa que é a melhor ; a melhor jogadora da actualidade por outro só se motiva para essas mesmas grandes competições, tendo assim muitas dificuldades em chegar à 1ª posição do ranking).

Quanto à parte masculina pelo sexto ano consecutivo Federer chegou à final, mas com um sexto adversário consecutivo. Esperava-se muito de Murray, mas este acabou por sucumbir na 4ª ronda perante Marin Cilic um jovem croata de quem se espera muito. Nadal apesar de se notar não estar nas melhores condições (desta vez problemas abdominais) acabou por chegar às meias-finais, mas aí foi verdadeiramente cilindrado pelo argentino Juan Martin Del Potro que já tinha ameaçado uma final dum Grand Slam este ano em Roland Garros, conseguindo-a aqui. Quanto à final foi muito bem disputada e com muita emoção: Roger Federer entrou super-forte onde tudo lhe saía bem e aproveitando algum nervosismo normal do argentino. Contudo depois de fazer um break no principio do 2º set acabou por, através de alguma displicência e sobranceria, não conseguir fechá-lo. A partir daí o jogo passou a pertencer ao argentino (mesmo o 3º set foi mais perdido por Del Potro que ganho por Federer que também até tinha quebrado primeiro o serviço ao segundo). Del Potro ganhou os tie-breaks do 2º e 4º set e depois dominou o quinto set quando se esperava que pudesse ter mais cansaço como acontecera na meia-final este ano em França perante o mesmo adversário. Vai-se ter agora muita atenção ao argentino que tem apenas muito para evoluir (mas tem uma direita do outro mundo). Será que vai ser como Djokovic e Murray que se esperava entrarem na luta pelo 1º lugar com Nadal e Federer depois das finais no mesmo torneio nos dois anos anteriores ou será que é este argentino que irá tirar a hegemonia aos dois grandes rivais. Realce no torneio também para a chuva que chegou tarde ao torneio, mas parecia não o querer abandonara, fazendo mesmo com que este acabasse um dia mais tarde do que o previsto. Realce também para a forma vergonhosa na entrega de prémios como não queriam deixar o argentino falar em castelhano devido "às tempo que já era pouco para as televisões". Por último fica um dos provavelmente melhores melhores pontos em Grand Slams, que Federer concretizou na meia-final perante Djokovic num jogo bastante bem jogado entre os dois, mas onde o suiço esteve sempre um passo à frente em relação ao sérvio.

domingo, 30 de agosto de 2009

US open 2009 - O que esperar?

Começa amanhã mais uma edição do Open dos Estados Unidos em ténis a acabar como sempre a temporada de piso rápido de Verão com muitos torneios no norte do continente americano. 
Neste torneio (e já começa a ser algo habitual e bom) estarão portugueses. Desta vez nenhum dos que esteve na fase de qualificação conseguiu chegar ao quadro principal, mas Frederico Gil e Michelle Brito tinham entrada directa. E desta vez Fredrico Gil não se pode queixar, apanhando o indiano Somdevv Devvarman, jogador algo desconhecido (mas que chegou este ano à final de Chennai e à 2ª ronda de Washington denotando que é perigo neste tipo de pisos) e podendo apanhar o italiano Seppi ou o alemão Kohlschreiber, jogadores mais experientes e melhor colocados que Gil, mas que não são nenhum papão. Quanto a Michelle também não teve um sorteio mau, apanhou a francesa de origem sueca Mathilde Johansson, jogadora sem grande feitos apesar de ter já 24 anos. O problema para Michelle será o modo como se irá apresentar já que a temporada norte-americana foi para ela bastante má, principalmente na questão do serviço que não existiu e nas muitas duplas-faltas que fez nos jogos em que participou..
De resto parece-me que este ano o Open dos Estado Unidos será bastante aberto, com uma pequena vantagem em masculinos para Federer e Murray, mas não esquecendo também os do costume (Djokovic, o renovado depois de Winbledom Roddick, Tsonga e Del Potro). Quanto a Nadal deverá também passar algumas rondas, mas não me parece que vá muito longe, já que está ainda a recuperar da grande paragem que teve).
Em femininos parece estar ainda mais aberto, uma vez que não houve nenhuma jogadora que se tenha superiorizado às outras nesta temporada. De realçar que as irmãs Williams parecem estar em má forma, mas sabe-se como elas se motivam nas grandes competições. Apesar de tudo pelo que se viu quem parece estar em melhor forma são Dementieva e Jankovic. Estou curioso para ver até onde vão Stosur e Penneta, atletas que também tiveram uma boa temporada em piso rápido, mas que são ainda 2ªs figuras do ténis feminino (embora Stosur de facto pareça outra desde que regressou do ano em que esteve parada devido à operação que teve e está muito mais perigosa em singulares, ela que era essencialmente uma jogadora de pares). Há ainda Kim Clijters que participou somente em 2 torneios, mas que se apresentou em grande forma, podendo também ser muito perigosa para quem apanhar.

domingo, 5 de julho de 2009

Wimbledon 2009 - Breve sumário


Acabou hoje a edição 2009 de Wimbledon, um torneio onde mais uma vez se fez História mas onde infelizmente acabaram por ganhar os "suspeitos" do costume. Quanto aos portugueses não estiveram mal, embora não tivessem o mesmo sucesso do que no Grand Slam anterior. Frederico Gil perdeu na primeira-ronda, mas deu luta a Mathieu um francês teóricamente superior e com muito mais experiência nestas provas. Neuza Silva entrou pela primeira vez num Grand Slam, mas calhou-lhe Serena Williams que foi "apenas" a futura campeã. Neuza poderá mesmo assim estar orgulhosa, uma vez que o segundo set embora perdido por ela foi dos mais dificeis no torneio para Serena que só acabou por perder um set. Quanto a Michelle Brito passou na primeira-ronda como era expectável mas acabou por perder em 2 tie-breaks com a italiana Francesca Schiavone, que apesar de se poder dizer que está já na fase descendente da sua carreira acabou por ser a surpresa do torneio ao chegar aos quartos-de-final. Resultados portanto normais, sem surpresas mas também sem serem negativos em relação ao que se esperava. De resto na parte feminina a final acabou por ser entre quem se esperava tendo em conta como tinha calhado o sorteio, embora acabasse por ganhar se calhar a menos favorita das irmãs neste tipo de piso. Pode-se dizer mesmo que a verdadeira final do torneio, não desmerecendo o valor de Venus acabou por ser a meia-final entre ela e Dementieva, que fez o jogo da sua vida em relva e que teve mesmo um match-point para o ganhar, com esta meia-final a ter sido a mais longa de sempre da era Open. Duas notas negativas ainda, a primeira para Safina, que embora tenha tido a melhor participação no torneio acabou por ser humilhada nas meias-finais (6-1;6-0 é um resultado demasiado mau para uma nº 1 do mundo), embora esteja melhor a nivel mental continua a fraquejar nos principais momentos; a outra é ligada a isto: como é possível uma atleta ganhar 3 dos últimos quatro principais torneios de ténis e mesmo assim não ser nº1 do mundo. É verdade que existiram também os Jogos Olímpicos, onde Safina chegou à final (e para variar perdeu) e Serena não foi tão longe, retirando os pontos este ano desse torneio deverá dar para Serena recuperar a posição, mas mesmo assim é no mínimo estranho.
Pelo contrário no lado masculino não correu tudo como se esperava. Tal como eu tinha previsto Nadal muito dificilmente renovaria o título, acabou por nem aparecer no Torneio devido ao seu problema com os tornozelos que já tem há algum tempo. A partir daí esperava-se (principalmente da parte dos ingleses) duma final entre Federer e Murray com o público a ter verdaeiras esperanças de finalmente ganhar de novo um britânico nas relvas inglesas. Contudo nem tudo aconteceu como se previa, Murray acabou por perder com Roddick nas meias-finais, quase que abrindo a passadeira para o suiço ter entrado definitivamente na História do ténis mundial, ganhando o seu 15º Grand Slam e tornando-se no jogador com mais torneios deste tipo de sempre (tendo 28 anos deverá ainda aumentar o seu pecúlio e falta-lhe agora apenas uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos a solo e uma vitória na Taça Davis, que contudo não me parece que consiga). Federer aproveitou ainda as derrotas dos seus opositores teóricamente mais dificeis (além de Murray na final, nas meias-finais poderia ter apanhado com Djokovic, mas este perdera com Haas e nos quartos-de-final Verdasco que perdera com Karlovic). A final acabou por ser mais equilibrada do que se esperara, com Roddick a dar muita luta e perdendo no 5º set (que eu infelizmente não consegui ver) com o parcial de 16-14 (e só aqui é que Federer conseguiu quebrar pela 1ª vez no jogo o serviço do norte-americano !!!), tornando-se assim o set mais longo de sempre duma final. Se o suiço tem resultado impressionantes, na relva eles ainda são mais salientes: em 11 participações esta é a sua sexta vitória, e desde 2003 só perdeu na relva uma única vez que foi na final do ano passado de Wimbledon (é preciso ter em atenção que normalmente, com a excepção de este ano vai também a Halle onde o resultado é o mesmo); além disso em 7 meias-finais só perdeu o seu serviço por apenas 2 vezes. De notar que Roger Federer com o resultado recuperou a 1ª posição no ranking, aproveitando da melhor forma assim a ausência de Nadal. Realce por último para uma curiosidade neste torneio com o retorno das velhas-figuras do circuito: além de Schiavone, que chegou pela primeira vez aos quartos-de-final do torneio (nunca tinha passado da 2ª ronda) aos 29 anos, há também a final de Roddick, que embora tenha só 26 anos e não se podendo considerar velho já está também numa fase descendente da sua carreira (fala-se que o ano passado pensou mesmo acabar de competir), mais a meia-final de Haas aos 31 anos e os quartos-de-final de Hewitt e Ferrero, dois antigos nºs 1 do mundo, mas que este ano chegaram já a estar fora dos 100 primeiros do ranking. A partir de agora, e embora haja ainda alguns torneios em terra batida o ténis irá mudar de continente com os principais torneios a serem nos dificeis hardcourts da América do Norte, culminando com o Open dos Estados Unidos já no final de Agosto.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Wimbledon 2009 - O que esperar?

E começa já na segunda-feira mais um Grand Slam de tennis. Já se sabe que depois daquele onde o jogo é mais lento entra-se naquele onde é mais rápido com duas semaninhas de preparação pelo meio. A demonstrar que o ténis português está num dos melhores momentos está de novo mais uma mini-armada portuguesa no torneio com três atletas, penso que nunca tenham estado tantos no torneio. Mas o que esperar deles? Quanto a mim quem tem mais possibilidades de ir um pouco longe é de novo Michelle Brito que apanhou uma adversária acessível, a checa Klara Zakopalova e caso vença a sua adversária não será também um papão (será Aleksandra Wosniak, a canadiana 23ª cabeça-de-série, mas que já perdeu com ela ou Francesca Schiavone se calhar mais difícil até, mas já numa fase descendente da sua carreira). Quanto a Frederico Gil, mais uma vez não teve muita sorte, apanhou Paul-Henry Mathieu que embora não seja vabeça-de-série está nos 40 primeiros do mundo e é sempre um adversário perigoso (Federer que o diga que teve algumas dificuldades para o eliminar em Rolland Garros, perdendo mesmo um set com ele.) Por último Neuza Silva já fez o que era expectável, passando a fase de qualificação, mas apanhando Serena Williams e devendo portanto ser abalroada pela norte-americana.
Para o resto do torneio o principal favorito parece-me ser Federer, com certeza bastante motivado depois da vitória em França. Nadal a muito provavelmente não chegará este ano sequer à final, já que nem se sabe as condições fisicas em que se encontra neste momento (e deverá ter na 2ª ronda Hewitt que em relva é muito perigoso), e tendo Murray do seu lado que jogando em casa deverá ter as suas hipóteses. Atenção também a Del Potro e Soderling que deverão estar também bastantes motivados depois dos resultados em Roland Garros e com um tipo de jogo que se adapta bem a este piso, tal como Tsonga. Em femininos poderá mesmo acontecer uma final entre as irmãs Williams, já que pelos resultados ao longo dos anos Venus talvez seja a tenista mais forte aqui neste século, e com as russas e sérvias a não terem ainda grandes resultados em relva. Atenção ainda a Samantha Stosur que deve estar bastante motivada e tem um estilo de jogo bastante atacante e ideal para relva (embora deva apanhar Venus Williams logo na 3ª ronda). Destaque ainda para um jogo que vai ocorrer na 1ª ronda, com duas tenistas a encontrarem-se, tendo uma idade para ser mãe da outra: a japonesa Kimiko Date-Krumm tem já 38 anos (voltou o ano passado e é considerada a melhor tenista japonesa de todos os tempos, tendo chegado uma vez às meias-finais de Roland Garros e outra em Wimbledon, mas depois de se casar tinha deixado relativamente cedo este desporto), e defronta uma da tenistas da nova geração que se espera mais futuro, a dinamarquesa Caroline Wozniacki de apenas 19 anos. De resto vamos vamos ver nas próximas duas semanas o que vai acontecer e se haverá tantas surpresas como o que aconteceu há 1 mês

domingo, 7 de junho de 2009

Acabou Roland Garros ... agora vamos para a relva

Acabou à pouco Roland Garros. Fez-se História: três portugueses a chegarem pela primeira vez ao
quadro principal, e uma delas a chegar à terceira ronda, sendo também a primeira vez que isso aconteceu. Mas houve mais novidades neste torneio. Em femininos a surpresa por paradoxal que pareça foi não ter havido surpresas na final. As duas tenistas que tinham feito melhor temporada de terra batida foram quem acabou por chegar à final, com Kuznetsova a ser a melhor e a suportar melhor a pressão que Safina, ganhando facilmente o jogo numa final sem História (6-4; 6-2). Destaque para além da 3ª ronda de Michelle Brito das surpresas de Samantha Stosur e Dominika Cibulkova terem chegado às meias-finais. É também de referir que desta vez os fotógrafos não tiveram muita sorte, já que as top-models do cicuito foram caindo relativamente cedo, com Sharapova a ser a que durou mais (quartos). Já na parte masculina FEZ-SE HISTÓRIA: ao contrário do que previ aqui afinal as surpresas foram muitas, com Nadal e Djokovic a perderem relativamente cedo no torneio (Finalmente alguém ganhou a Nadal em Roland Garros , sendo a 1ª derrota dele em 5 participações!!! ) Como se esperava Murray acabou por não ir muito maislonge, por não se dar ainda muito bem com a terra batida . Quem aproveitou tudo isto acabou por ser Federer ganhando à pouco também numa final realativamentefácil a Robyn Soderling, que tinha sido o algoz de Nadal, tornando-se na grande surpresa do torneio. Assim Federer tornou-se apenas no 6º tenista a conseguir ganhar os 4 torneios Grand Slam de ténis. De destacar que este ano as características do piso e o clima acabaram por ajudar um pouco os especialistas em piso rápido com estes duma maneira geral a conseguirem melhores resultados do que o costume e os especialistas em terra batida a serem eliminados relativamente cedo). De resto foi infelizmente um torneio um pouco fraco apesar das muitas surpresas, com poucos grandes jogos de ténis, mas com a melhor forma de alguém alguma vez limpar uma marca como se pode ver no final do texto - Queremos mais dessas Gonzalez. Agora o ténis vai pastar para as relvas no próximo mês até Winbledon.